(fotos da rede)
“As esquinas por que passei, só eu sei, só eu sei” (Djavan). Não há sempre céu de brigadeiro, sol de primavera. Não são só risonhas manhãs. Um caminho tem uma pedra, a floresta tem o “seu lobo”, às vezes entrincheirado sob pele de cordeiro. O que faz pouca diferença, desde que a ordem seja - ainda à distância - avaliar os obstáculos. Todos são colocados para ser vencidos. No mais, “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. O trem avança, “lá nave va”!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Lembra de mim
Lembra de mim
Dos beijos que escrevi nos muros a giz
Os mais bonitos continuam por lá
Documentando que alguém foi feliz
Lembra de mim
Nós dois nas ruas provocando os casais
Amando mais do que o amor é capaz
Perto daqui, ah! Tempos atrás
Lembra de mim
A gente sempre se casava ao luar
Depois jogava nossos corpos no mar
Tão naufragados e exaustos de amar
Lembra de mim
Se existe um pouco do prazer em sofrer
Querer te ver talvez eu fosse capaz
Perto daqui, ou, tarde demais
Lembra de mim...
Dos beijos que escrevi nos muros a giz
Os mais bonitos continuam por lá
Documentando que alguém foi feliz
Lembra de mim
Nós dois nas ruas provocando os casais
Amando mais do que o amor é capaz
Perto daqui, ah! Tempos atrás
Lembra de mim
A gente sempre se casava ao luar
Depois jogava nossos corpos no mar
Tão naufragados e exaustos de amar
Lembra de mim
Se existe um pouco do prazer em sofrer
Querer te ver talvez eu fosse capaz
Perto daqui, ou, tarde demais
Lembra de mim...
Ivan Lins, lembrado em março/2006
quinta-feira, 19 de maio de 2011
London, London
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