quem foi mesmo o merrequeiro do dia?
“As esquinas por que passei, só eu sei, só eu sei” (Djavan). Não há sempre céu de brigadeiro, sol de primavera. Não são só risonhas manhãs. Um caminho tem uma pedra, a floresta tem o “seu lobo”, às vezes entrincheirado sob pele de cordeiro. O que faz pouca diferença, desde que a ordem seja - ainda à distância - avaliar os obstáculos. Todos são colocados para ser vencidos. No mais, “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. O trem avança, “lá nave va”!
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Um dia de domingo
Eu preciso te falar
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar
O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter
O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar
E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu precio descobrir
A emoção de estar contigo
Ver o sol amanhecer
Como um dia de domingo
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar
O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter
O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar
E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu precio descobrir
A emoção de estar contigo
Ver o sol amanhecer
Como um dia de domingo
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
(Michael Sullivan e Paulo Massadas)
Coqueiros, 1993
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