“As esquinas por que passei, só eu sei, só eu sei” (Djavan).
Não há sempre céu de brigadeiro, sol de primavera. Não são só risonhas manhãs. Um caminho tem uma pedra, a floresta tem o “seu lobo”, às vezes entrincheirado sob pele de cordeiro. O que faz pouca diferença, desde que a ordem seja - ainda à distância - avaliar os obstáculos. Todos são colocados para ser vencidos. No mais, “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. O trem avança, “lá nave va”!
terça-feira, 5 de abril de 2011
e agora?
“Não pise na grama”! Sim, Prefeitura e contratadas, e como chegaremos aos banquinhos, para jogar ali nas mesinhas? Voando?
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