“As esquinas por que passei, só eu sei, só eu sei” (Djavan).
Não há sempre céu de brigadeiro, sol de primavera. Não são só risonhas manhãs. Um caminho tem uma pedra, a floresta tem o “seu lobo”, às vezes entrincheirado sob pele de cordeiro. O que faz pouca diferença, desde que a ordem seja - ainda à distância - avaliar os obstáculos. Todos são colocados para ser vencidos. No mais, “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. O trem avança, “lá nave va”!
quinta-feira, 24 de março de 2011
felinos
amigo-gato porteño recepciona turistas no jardim japonês
boris, o folgado, alheio à reunião - trata da higiene "pessoal"
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