“Uso a ocasião atual para reeditar o conteúdo desse trabalho por duas razões: a primeira delas é a nostalgia, um lembrete de um tempo em que meu olhar era menos estreito e mais lírico; a segunda, porque essas pequenas impressões são os botões desabrochando, o impulso de um interesse em escrever não ficção”.
“Tudo aqui é fatual, o que não significa que é verdade, mas é o mais próximo que posso chegar dela. No entanto, o jornalismo nunca pode ser inteiramente puro, nem pode ser pura a câmera, porque a arte, afinal, não é água destilada: percepções pessoais, preconceitos, a idéia de seletividade do artista polui a pureza da verdade não contaminada”.
(truman capote, ensaios, texto editores, grupo leya, 2007)

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